AS 3 IRMÃS
Quando os nossos navegadores descobriram a América e a colonizaram também dos Índios nativos aprenderam algumas lições de agricultura
Os Índios Nativos viviam da caça e também de alguma agricultura... Como os Invernos são longos e rigorosos sempre foi muito importante para eles terem á mão produtos comestíveis que fornecessem uma boa alimentação...que fossem fáceis de guardar e de preparar...
-Ora era também disso que os colonos necessitavam...por isso aceitaram os concelhos dos Índios Nativos:
-Há 3 produtos que tanto se cozinham juntos para uma alimentação equilibrada...Como também se cultivam juntos... Por isso lhes chamamos de as 3 irmãs...
_A curiosidade dos descobridores crescia... então os Nativos explicaram:
-o milho,o feijão e as abóboras devem semear-se sempre juntos ,porque eles se entre ajudam mutuamente no crescimento...Ora vejam : -O milho cresce alto, permite que o feijão se enrole nele ,sendo o seu suporte... a abóbora cresce rasteirinha , rente á terra , com as suas grandes folhas faz sombra para que a terra não seque... o feijão capta do ar a humidade e os nutrientes que os sustentam a todos.
-Depois com a abóbora e o feijão faz-se uma bela sopa...com o milho o bom pão.
-Toda a casa que cultivar e colher as 3 irmãs nunca terá fome
Sábado, 10 de Março de 2012
estoria infantil « o amor faz milagres »
Era uma vez...uma Princesa ...que vivia no seu Palácio...estava noiva e enamorada...e... só sonhava com o dia do seu casamento...iria ser a melhor e a maior festa do Reino...
-Mas o seu noivo foi chamado para a frente de batalha...
-Como ele a amava deveras...antes de partir para a guerra ofereceu-lhe o anel mais bonito que jamais alguém tinha feito... com a promessa de que voltaria para casar assim que a guerra terminasse... e o pedido para que ela por ele esperasse por ele...
-Era o que a linda Princesa mais queria...que ele voltasse depressa para se celebrar o tão desejado casamento
-Mas o tempo passava ...passava lento...e do seu amado nem noticias chegavam...A
Princesa andava triste e preocupada...já nem queria falar com ninguém...montava no seu cavalo favorito e dava longos passeios para se distrair ...e ia cada vez para mais longe...nem ela própria sabia porquê ou para onde se dirigia...
-um dia depois de muito cavalgar deu consigo perto duma aldeia no sopé da montanha perto da floresta parou junto dum ribeiro para dar de beber ao seu belo alasão
...prendeu -o a uma velha figueira já seca para que ele pastasse um bocado ... e ...deitou-se na relva fofa a descansar...a tarde estava morna e calma...a Princesa acabou por adormecer...
adormeceu e sonhou... sonhou ... mas acordou em sobressalto... estava a sonhar com o seu amado na guerra... a guerra estava no auge... no meio de toda a confusão ela viu o seu mais que tudo ferido no chão...
-acordou sobressaltada ...sacudio as suas vestes com todo o vigor...sacudio...sacudio... recompôs-se... montou no seu cavalo ...e...galopou...galopou...galopou sem parar até chegar ao Palácio...ali perguntou a todos se havia noticias da guerra... mas da guerra não tinham chegado noticias...
-só passados alguns dias é que a Princesa deu por falta do anel que o seu noivo lhe havia oferecido antes de partir para a batalha...
-chorou muito a nossa Princesa ...pois pensava naquele triste sonho em que via o seu amado caído no campo de batalha...a ainda por cima o seu anel tinha desaparecido...era mau sinal...
-A pobre Princesa já nem saía do palácio ...só chorava a sua saudade...
-Na aldeia no sopé da montanha havia um rapazinho que ia muitas vezes pescar para o ribeiro ao pé da figueira seca... nos seus galhos pendurava a sua sacola...Como não tinha nem cana de pesca nem isco usava um pedaço de guita atado a um pau e na ponta da guita uma sementinha de cabaça ...esguia e brilhante ...para atrair os peixes Muitas fezes pescou belos peixes que entregava feliz à sua mãe que os cozinhava para a família toda...Mas o nosso rapazinho tinha um sonho...-Era ter uma cana de pesca daquelas mesmo a sério...mas como não tinha lá ia usando as suas sementinhas de cabaça...às vezes caiam-lhe algumas... mas não se importava...
-um dia reparou numas plantinhas novas que apareceram au pé da figueira seca...cortou as ervas daninhas à sua volta... sachou... fez um canteirinho...regou...e esperou a ver o que dali saía
...cada vez que ía á pesca regava a planta nova...esta começou a dar umas guias compridas que ele encaminhou para a figueira seca ...não tardou a perceber que a sua planta mistério era uma cabaceira ...pois bem pensou ele não me irão faltar sementes de cabaça para pescar...mas o seu desejo era uma cana de pesca de verdade...
-A planta cresceu ...cresceu...cresceu figueira a cima e deu as mais belas cabaças que jamais alguém vira naquela aldeia...então o rapazinho teve uma ideia brilhante e falou com os pais...se eu fosse á feira vender aquelas cabaças poderia comprar aquela cana de pesca que eu tanto desejo...os pais acharam muito bem...O rapazinho colheu as cabaças ...meteu-as em dois grandes sacos traçou os sacos na bicicleta como se fossem uns alforges..e lá vai ele direito á feira...
-Ia tão feliz que nem dava pelo peso pedalava com tanto entusiasmo que ao passar por um caminhante barbudo e esfarrapado este lhe sorriu...o rapaz atento como era, reparou naquele sorriso tão doce e meigo ...parou e disse-lhe :-eu não o conheço daqui ...o senhor deve ser peregrino ou coisa parecida ...mas não tem bordão nem vasilha para a água... ao pé do rio há umas árvores muito boas para você cortar um galho e fazer um bordão...para vasilha da água aqui lhe ofereço a minha mais bela cabaça...depois de lhe tirar as sementes lave-a bem por dentro que as cabaças são muito boas para transportar a agua para beber durante a sua caminhada... o homem assim fez ... -dirigiu-se ao ribeiro , cortou um galho duma árvore e começou a esvaziar a cabaça...-Qual não foi o seu espanto quando de dentro da cabaça junto com as sementes lhe cai nas mãos o anel que ele tinha oferecido a sua noiva antes de partir para a guerra...mudo de espanto começou a chorar...a chorar...a chorar...parecia que não havia consolo nem esperança para ele...-Tinha sido ferido...e perdido a batalha...sentia-se desonrado com essa perda... Mas se a sua noiva tinha deitado fora o anel era porque tinha desistido dele...estava tão triste e cansado que já não lhe apetecia continuar viagem...deitou-se na relva fofa e adormeceu...
-Vá lá saber-se porquê... naquele dia a Princesa lembrou-se do dia em que tinha adormecido á beira do regato... como tinha acordado tão sobressaltada...como tinha sacudido com tanto vigor as suas vestes...talvez tivesse perdido o seu tão estimado anel naquele local... e já que o seu noivo não tinha regressado ,pelo menos...se ela encontra-se o anel teria uma recordação dele para sempre...
-E sem pensar duas vezes montou o seu cavalo ,e ordenou-lhe -:leva-me ao local onde descansamos ...na beira do regato,,,ao pé da figueira seca...o cavalogalopou...galopou...galopou ..até que estancou perto da figueira ...havia ali uma pessoa caída ou adormecida ...A Princesa correu em seu socorro...quando o pegou em seus braços para o socorrer ...o caminhante acordou abriu os olhos...os seus olhares reencontraram-se...e antes que qualquer deles tivesse tempo de perguntar «porquê...» ele abriu a mão direita... ela pegou no anel meteu-o no dedo...e ...abraçaram-se...As explicações já nós as sabemos..
-E FORAM FELIZES PARA SEMPRE
-vitória ...vitória acabou-se a história
-
-Mas o seu noivo foi chamado para a frente de batalha...
-Como ele a amava deveras...antes de partir para a guerra ofereceu-lhe o anel mais bonito que jamais alguém tinha feito... com a promessa de que voltaria para casar assim que a guerra terminasse... e o pedido para que ela por ele esperasse por ele...
-Era o que a linda Princesa mais queria...que ele voltasse depressa para se celebrar o tão desejado casamento
-Mas o tempo passava ...passava lento...e do seu amado nem noticias chegavam...A
Princesa andava triste e preocupada...já nem queria falar com ninguém...montava no seu cavalo favorito e dava longos passeios para se distrair ...e ia cada vez para mais longe...nem ela própria sabia porquê ou para onde se dirigia...
-um dia depois de muito cavalgar deu consigo perto duma aldeia no sopé da montanha perto da floresta parou junto dum ribeiro para dar de beber ao seu belo alasão
...prendeu -o a uma velha figueira já seca para que ele pastasse um bocado ... e ...deitou-se na relva fofa a descansar...a tarde estava morna e calma...a Princesa acabou por adormecer...
adormeceu e sonhou... sonhou ... mas acordou em sobressalto... estava a sonhar com o seu amado na guerra... a guerra estava no auge... no meio de toda a confusão ela viu o seu mais que tudo ferido no chão...
-acordou sobressaltada ...sacudio as suas vestes com todo o vigor...sacudio...sacudio... recompôs-se... montou no seu cavalo ...e...galopou...galopou...galopou sem parar até chegar ao Palácio...ali perguntou a todos se havia noticias da guerra... mas da guerra não tinham chegado noticias...
-só passados alguns dias é que a Princesa deu por falta do anel que o seu noivo lhe havia oferecido antes de partir para a batalha...
-chorou muito a nossa Princesa ...pois pensava naquele triste sonho em que via o seu amado caído no campo de batalha...a ainda por cima o seu anel tinha desaparecido...era mau sinal...
-A pobre Princesa já nem saía do palácio ...só chorava a sua saudade...
-Na aldeia no sopé da montanha havia um rapazinho que ia muitas vezes pescar para o ribeiro ao pé da figueira seca... nos seus galhos pendurava a sua sacola...Como não tinha nem cana de pesca nem isco usava um pedaço de guita atado a um pau e na ponta da guita uma sementinha de cabaça ...esguia e brilhante ...para atrair os peixes Muitas fezes pescou belos peixes que entregava feliz à sua mãe que os cozinhava para a família toda...Mas o nosso rapazinho tinha um sonho...-Era ter uma cana de pesca daquelas mesmo a sério...mas como não tinha lá ia usando as suas sementinhas de cabaça...às vezes caiam-lhe algumas... mas não se importava...
-um dia reparou numas plantinhas novas que apareceram au pé da figueira seca...cortou as ervas daninhas à sua volta... sachou... fez um canteirinho...regou...e esperou a ver o que dali saía
...cada vez que ía á pesca regava a planta nova...esta começou a dar umas guias compridas que ele encaminhou para a figueira seca ...não tardou a perceber que a sua planta mistério era uma cabaceira ...pois bem pensou ele não me irão faltar sementes de cabaça para pescar...mas o seu desejo era uma cana de pesca de verdade...
-A planta cresceu ...cresceu...cresceu figueira a cima e deu as mais belas cabaças que jamais alguém vira naquela aldeia...então o rapazinho teve uma ideia brilhante e falou com os pais...se eu fosse á feira vender aquelas cabaças poderia comprar aquela cana de pesca que eu tanto desejo...os pais acharam muito bem...O rapazinho colheu as cabaças ...meteu-as em dois grandes sacos traçou os sacos na bicicleta como se fossem uns alforges..e lá vai ele direito á feira...
-Ia tão feliz que nem dava pelo peso pedalava com tanto entusiasmo que ao passar por um caminhante barbudo e esfarrapado este lhe sorriu...o rapaz atento como era, reparou naquele sorriso tão doce e meigo ...parou e disse-lhe :-eu não o conheço daqui ...o senhor deve ser peregrino ou coisa parecida ...mas não tem bordão nem vasilha para a água... ao pé do rio há umas árvores muito boas para você cortar um galho e fazer um bordão...para vasilha da água aqui lhe ofereço a minha mais bela cabaça...depois de lhe tirar as sementes lave-a bem por dentro que as cabaças são muito boas para transportar a agua para beber durante a sua caminhada... o homem assim fez ... -dirigiu-se ao ribeiro , cortou um galho duma árvore e começou a esvaziar a cabaça...-Qual não foi o seu espanto quando de dentro da cabaça junto com as sementes lhe cai nas mãos o anel que ele tinha oferecido a sua noiva antes de partir para a guerra...mudo de espanto começou a chorar...a chorar...a chorar...parecia que não havia consolo nem esperança para ele...-Tinha sido ferido...e perdido a batalha...sentia-se desonrado com essa perda... Mas se a sua noiva tinha deitado fora o anel era porque tinha desistido dele...estava tão triste e cansado que já não lhe apetecia continuar viagem...deitou-se na relva fofa e adormeceu...
-Vá lá saber-se porquê... naquele dia a Princesa lembrou-se do dia em que tinha adormecido á beira do regato... como tinha acordado tão sobressaltada...como tinha sacudido com tanto vigor as suas vestes...talvez tivesse perdido o seu tão estimado anel naquele local... e já que o seu noivo não tinha regressado ,pelo menos...se ela encontra-se o anel teria uma recordação dele para sempre...
-E sem pensar duas vezes montou o seu cavalo ,e ordenou-lhe -:leva-me ao local onde descansamos ...na beira do regato,,,ao pé da figueira seca...o cavalogalopou...galopou...galopou ..até que estancou perto da figueira ...havia ali uma pessoa caída ou adormecida ...A Princesa correu em seu socorro...quando o pegou em seus braços para o socorrer ...o caminhante acordou abriu os olhos...os seus olhares reencontraram-se...e antes que qualquer deles tivesse tempo de perguntar «porquê...» ele abriu a mão direita... ela pegou no anel meteu-o no dedo...e ...abraçaram-se...As explicações já nós as sabemos..
-E FORAM FELIZES PARA SEMPRE
-vitória ...vitória acabou-se a história
-
Sábado, 31 de Dezembro de 2011
o sonho
O SONHO
O sonho comanda a vida
eu enquanto vou sonhando
vou deixando no papel
o que a alma me vai ditando
O sonho comanda a vida
eu enquanto vou sonhando
vou deixando no papel
o que a alma me vai ditando
Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
poesia CICLO DE VIDA
CICLO DE VIDA
A folha tombou...
rolou..
rolou levada pelo vento
cantando...
ou talvez chorando
sua pena seu lamento
saudades do fim...perdida...
mas esta folha caida
seca em breve
e ressequida
pela chuva apodrecida...
volta á esperança
com a bonança
num outro ciclo de vida
2011 08 23
titi almeida
A folha tombou...
rolou..
rolou levada pelo vento
cantando...
ou talvez chorando
sua pena seu lamento
saudades do fim...perdida...
mas esta folha caida
seca em breve
e ressequida
pela chuva apodrecida...
volta á esperança
com a bonança
num outro ciclo de vida
2011 08 23
titi almeida
Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011
semana de estudos DA CASA DO OESTE
DAR ASAS AO PENSAMENTO
Estou pronta a inventar
novas formas de criar
dando asas ao pensamento
deixo voar a intenção
e a minha imaginação
já vai no planeamento
contra a maré ...contra o vento ...
voa...voa pensamento
que há muito que fazer
este mundoestá doente
é preciso muita gente
que o não deixe morrer
toma a vida em tua mão
entrega-lhe o coração
e deixa a mente voar
faz tudo o que for preciso
para que haja juizo
na tua forma de estar
«o sonho comanda a vida»
o mundo é a guarida
que temos que conservar
dá asas ao pensamento
e vive cada momento
amando e deixando amar
fazemos coisas incriveis
mãos abertas... disponiveis
no serviço dos irmãos
há que estar sempre atento
para se ser o FERMENTO
do mundo em transformação
Refeições gostosas...praia ali mesmo á espera...tudo para uns bons dias de refleção e de férias...
As crianças animadas por jovens que tão bem os souberam cativar e entusiasmar foram sempre participativas tanto nos serões como nos momentos de oração ...A certeza de que o futuro está nas suas mãos...
Um novo desafio á refleção sobre a nossa sociedade no dia 3-inspirou-me esta reflção
CRISE É MOTIVO DE MUDANÇA
A crise na sociedade
se queremos ver a verdade
é um sinal demudança
Ao TRABALHO dar VALOR
Aos IRMÂOS dar mais AMOR
À VIDA dar mais ESPERANÇA
È SERVIR sem SERVIDÂO
È GANHAR sem AMBIÇÂO
È dar OPORTUNIDADES
È TRABALHO que produz
È CAMINHO que conduz
À PAZ nas comonidades
esta crise em que vivemos
fomos nós que a fizemos
pelo menos«consentimos»
embarcando em consumismos
e buscando comodismos
...foi abismos em que caimos..
para arrepiar caminho
e mudar nosso destino
temos de nos convencer
gastar menos... criar mais ...
acertar os ideais
para a crise vencer
um trabalho criativo
por gosto apelativo
que nos dê serenidade
é para a crise remédio
é um CASO muito sério
para a nossa sociedade
se queremos viver melhor
é com brio com AMOR
que ganhamos nosso pão
sem o comermos sózinhos
repartindo com carinhos
por todos e cada irmão
O jornal do dia foi motivo de muito boa desposição e alegria...foi um reactar do espirito critico e observador de antigamente e mote para umas boas gargalhadas
A visita ao centro social do Landal deu-nos a oportunidades de vermos em loco o que se pode fazer para mudar o que nos rodeia para nos por ao serviço dos outros para o bem dos que nos rodeiam
Os momentos de oração ...e a Celebração da Eucaristia do ultimo dia ...ajudaram-nos a aprofundar os temas propostos ... para que nos possamos dicidir a pôr em pratica os ensinamentos e desafios que nos esperam cá fora
Estou pronta a inventar
novas formas de criar
dando asas ao pensamento
deixo voar a intenção
e a minha imaginação
já vai no planeamento
contra a maré ...contra o vento ...
voa...voa pensamento
que há muito que fazer
este mundoestá doente
é preciso muita gente
que o não deixe morrer
toma a vida em tua mão
entrega-lhe o coração
e deixa a mente voar
faz tudo o que for preciso
para que haja juizo
na tua forma de estar
«o sonho comanda a vida»
o mundo é a guarida
que temos que conservar
dá asas ao pensamento
e vive cada momento
amando e deixando amar
fazemos coisas incriveis
mãos abertas... disponiveis
no serviço dos irmãos
há que estar sempre atento
para se ser o FERMENTO
do mundo em transformação
Refeições gostosas...praia ali mesmo á espera...tudo para uns bons dias de refleção e de férias...
As crianças animadas por jovens que tão bem os souberam cativar e entusiasmar foram sempre participativas tanto nos serões como nos momentos de oração ...A certeza de que o futuro está nas suas mãos...
Um novo desafio á refleção sobre a nossa sociedade no dia 3-inspirou-me esta reflção
CRISE É MOTIVO DE MUDANÇA
A crise na sociedade
se queremos ver a verdade
é um sinal demudança
Ao TRABALHO dar VALOR
Aos IRMÂOS dar mais AMOR
À VIDA dar mais ESPERANÇA
È SERVIR sem SERVIDÂO
È GANHAR sem AMBIÇÂO
È dar OPORTUNIDADES
È TRABALHO que produz
È CAMINHO que conduz
À PAZ nas comonidades
esta crise em que vivemos
fomos nós que a fizemos
pelo menos«consentimos»
embarcando em consumismos
e buscando comodismos
...foi abismos em que caimos..
para arrepiar caminho
e mudar nosso destino
temos de nos convencer
gastar menos... criar mais ...
acertar os ideais
para a crise vencer
um trabalho criativo
por gosto apelativo
que nos dê serenidade
é para a crise remédio
é um CASO muito sério
para a nossa sociedade
se queremos viver melhor
é com brio com AMOR
que ganhamos nosso pão
sem o comermos sózinhos
repartindo com carinhos
por todos e cada irmão
O jornal do dia foi motivo de muito boa desposição e alegria...foi um reactar do espirito critico e observador de antigamente e mote para umas boas gargalhadas
A visita ao centro social do Landal deu-nos a oportunidades de vermos em loco o que se pode fazer para mudar o que nos rodeia para nos por ao serviço dos outros para o bem dos que nos rodeiam
Os momentos de oração ...e a Celebração da Eucaristia do ultimo dia ...ajudaram-nos a aprofundar os temas propostos ... para que nos possamos dicidir a pôr em pratica os ensinamentos e desafios que nos esperam cá fora
semana de estudos DA CASA DO OESTE
TEMA
O MEU PAPEL NA MUDANÇA
Com o convite para participar na semana de estudos veio tambem o desafio a escrever algo que me servisse de de mote para o que iamos refletir
Aqui vai
OMEUPAPELNAMUDANÇA
O meu papel na mudança
é refrear a festança
do consumismo sem pejo
tudo o que tenho é um dom
usá-lo é muito bom
esgotá-lo não desejo...
quando tomo decisões
respeitando as gerações
que depois de mim virão
estarei a dar um
para usar com respeito
do mundo qualquer filão
tudo se pode esgotar
s,eu não me responsabilizar
quem o fará pois por mim...
estou a esgotar riquezas
estou a criar pobrezas
estou ao mundo a pôr fim
navida qualquer mudança
e qualquer raio de esperança
tem de vir do coração
para que haja igualdade
viva em solidariedade
verá a transformação
se vivermos com amor
o mundo será melhor
e terá mais alegria
aqui fica o compromisso
quero sempre fazer isso
toda a vida ...dia-a-dia
como o sol que alumia
para todos a luz do dia
sem dexar alguns excluidos
assim os frutos da terra
e as riquezas que ela encerra
devem ser distribuidos
O primeiro foi fantastico tanto no que respeita ao reencontro com velhos amigos como no acolhimento aos que vinham de novo ... a CASA DO OESTE tem destas coisas faz-nos sentir em casa...As apresentações e o serão predisposeram-nos logo para a colaboração ...boa disposição...
e criatividade
No dia seguinte fomos convidados a olhar a nossa volta e pôr mãos á obra usando todas as nossas valências , descobrir e usar todos os meios que a sociedade ou os apois do governo poem a nossa desposição usando toda a criatividade para o servisso dos que mais precisam
Tivemos para nos ajudar a reflectir omentor do progecto social do Landal O Jose Manuel
Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
pARA TI
se eu soubesse escrever
fazia-te uma canção
que te fizesse chorar
te falasse ao coração
chorar sim...mas de alegria
de fé...amor...e carinho
uma cançãocom magia
que te embalasse baixinho
uma canção de embalar
com ternura ta faria
se eu soubesse cantar
alegre ta cantaria
não aprendi a cantar
apenas sei escrever
talvez ta vá declamar
quando acabar de escrever
em todo o caso te ofereço
oque aqui deixo escrito
com todo o meu apreço
maior que o que foi dito
quizera ver-te crescer
até ao alto estrelado
que se venha a conhecer
o dom de que és dotado
fazia-te uma canção
que te fizesse chorar
te falasse ao coração
chorar sim...mas de alegria
de fé...amor...e carinho
uma cançãocom magia
que te embalasse baixinho
uma canção de embalar
com ternura ta faria
se eu soubesse cantar
alegre ta cantaria
não aprendi a cantar
apenas sei escrever
talvez ta vá declamar
quando acabar de escrever
em todo o caso te ofereço
oque aqui deixo escrito
com todo o meu apreço
maior que o que foi dito
quizera ver-te crescer
até ao alto estrelado
que se venha a conhecer
o dom de que és dotado
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